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Reflexão

'Entre as palavras mais tristes que
podem sair da boca de alguém, a mais triste de todas é:
As coisas poderiam ter sido de outra maneira”.

“Na excelência não existe arrependimento”. Você costuma dar o
melhor de si em tudo o que faz?

John Maxwell disse: “Quem escolhe a mediocridade não se
destaca, e sua história nunca será contada”.

O pai do “filho pródigo”, como qualquer um que vê seu filho
saindo de casa da pior forma possível, chorou com a dor da separação e
da saudade; porém, ele não caiu em depressão por causa de uma possível
dor de arrependimento, culpa ou remorso, porque ele tinha
consciência de que havia feito o melhor que pôde.

Quem faz sempre o melhor tem mais esperança do que aqueles que nunca se
preocupam em colocar excelência no que fazem. Só os que plantam a boa
semente podem esperar uma boa colheita.

Você tem feito o melhor que pode para os seus pais, filhos, cônjuge,
sogro e sogra, genro e nora, amigos, patrão ou para aquele funcionário
que tem um grande potencial e que produz muito em sua empresa? Você tem
feito o melhor na construção de relacionamentos? Você tem feito o
melhor para Deus?

Quantos empresários sofrem com a dor da culpa por ter perdido
um funcionário que não poderia ter se demitido? Quantos pastores
sofrem porque perderam alguns membros que não podiam perder? Quantos
maridos perderam a esposa, e vice-versa, por negligência? Quantos pais,
que perderam os filhos, hoje sofrem com a culpa por nunca terem se
preocupado em fazer o melhor que podiam por eles?

Um amigo enviou-me uma história que, ao ler, chorei muito e
acabei aprendendo uma grande lição. Vou transcrevê-la abaixo.

Dois irmãozinhos brincavam em frente à sua casa, jogando bolinhas de
gude. De repente, Júlio, o menino mais novo, disse ao irmão, Ricardo:
- - Meu querido irmão, eu o amo muito, e nunca quero me separar de
você! Ricardo, sem dar muita importância ao que Júlio disse, perguntou:
- O que deu em você, moleque? Que conversa besta é essa de amar? Quer
calar a boca e continuar jogando? E os dois continuaram jogando a
tarde inteira até anoitecer.

À noite, o senhor Jacó, pai dos garotos, chegou do trabalho. Estava
exausto e muito mal-humorado, pois não havia conseguido fechar um
negócio importante. Ao entrar em casa, Jacó olhou para o seu filho
Júlio, que sorriu para o pai e disse. - Olá, papai, eu o amo muito, e
não quero nunca me separar do senhor! Jacó, no auge de seu mau humor e
estresse, disse: - Júlio, estou exausto e nervoso. Então, por favor,
não me venha com besteiras! Com as palavras ásperas do pai, Júlio
ficou magoado e foi chorar no cantinho do quarto.

Dona Joana, mãe dos garotos, sentindo a falta do filho, foi procurá-lo
pela casa, até que o encontrou no cantinho do quarto, com os olhinhos
cheios de lágrimas. Espantada, começou a enxugar as lágrimas do filho e
perguntou: - O que foi, Júlio, por que você está chorando? Júlio olhou
para a mãe, com uma expressão triste, e disse-lhe: - Mamãe, eu a amo
muito, e não quero nunca me separar da senhora! Dona Joana sorriu para
o filho e lhe disse: - Meu amado filho, ficaremos sempre juntos!
Júlio sorriu, deu um beijo na mãe e foi se deitar.

No quarto do casal, ambos se preparando para se deitar, Dona Joana
perguntou para o seu marido: - Jacó, o Júlio está muito estranho
hoje, não acha? O marido, já muito estressado com o trabalho,
respondeu à esposa: - Esse moleque só esta querendo chamar a atenção.
Deita e dorme, mulher!

Então, todos se recolheram e foram dormir sossegados. Às 2 horas da
manhã, Júlio se levantou e foi até o quarto de seu irmão Ricardo e
ficou observando o irmão dormir. Ricardo, incomodado com a claridade,
acordou e gritou com Júlio: - Seu louco, apaga essa luz e me deixa
dormir! Júlio, em silêncio, obedeceu ao irmão, apagou a luz e se
dirigiu ao quarto dos pais... Chegando ao quarto de seus pais, acendeu
a luz e ficou observando seu pai e sua mãe dormirem. O senhor Jacó
acordou e perguntou ao filho: - O que aconteceu, Júlio? O filho, em
silêncio, só balançou a cabeça em sinal negativo, respondendo ao pai
que nada havia ocorrido. Daí, o senhor Jacó, irritado, perguntou ao
Júlio: - Então, o que foi moleque? Júlio continuou em silêncio. Jacó,
já muito irritado, berrou com ele: - Então, vai dormir, seu doente!
Júlio apagou a luz, dirigiu-se ao seu quarto e se deitou.

Na manhã seguinte, todos se levantaram cedo. O senhor Jacó iria
trabalhar e a dona Joana levaria as crianças para a escola. Mas Júlio
não se levantou. Então, o senhor Jacó, que já estava muito irritado com
ele, entrou bufando no quarto do garoto e gritou: - Levanta, seu
moleque vagabundo! Júlio nem se mexeu. Então, Jacó avançou sobre o
garoto e puxou com força o cobertor do menino, com o braço direito
levantado, pronto para lhe dar um tapa, quando percebeu que Júlio
estava com os olhos fechados e que estava pálido. Jacó, assustado,
colocou a mão sobre o rosto de Júlio e pôde notar que seu filho estava
gelado. Desesperado, Jacó gritou, chamando a esposa e o filho Ricardo
para ver o que havia acontecido com Júlio. Infelizmente, o pior. Júlio
estava morto, e sem qualquer motivo aparente.

Dona Joana, desesperada, abraçou o filho morto, e não conseguia nem
respirar de tanto chorar. Ricardo, desconsolado, segurou firme a mão do
irmão e só tinha forças para chorar também. Jacó, em desespero,
soluçando, e com os olhos cheios de lágrimas, percebeu que havia um
papelzinho dobrado nas pequenas mãos de Júlio. Ele então pegou o
pequeno pedaço de papel, onde havia algo escrito com a letra de Júlio:
'Outra noite, Deus veio falar comigo através de um sonho. Ele disse a
mim que, apesar de eu amar minha família e de ela me amar também,
teríamos que nos separar. Eu não queria isso, mas Deus me explicou que
seria necessário. Não sei o que vai acontecer, mas estou com muito
medo. E completou:

Gostaria que ficasse claro apenas uma coisa:

- Ricardo, não se envergonhe de amar seu irmão.

- Mamãe, a senhora é a melhor mãe do mundo.

- Papai, o senhor, de tanto trabalhar, esqueceu-se de viver.

- Eu amo todos vocês!”

Você já prestou atenção em quantas vezes não temos tempo de parar para
amar e receber o amor que nos é ofertado? Talvez, quando acordarmos,
possa ser tarde demais. Mas, ainda há tempo! Quem sempre faz o melhor,
e sabe dar significado em tudo o que faz dentro e fora de casa, mesmo
que esteja ao lado do caixão, não vai sofrer a dor da culpa e do
remorso. O pai e o irmão do Júlio não fizeram o melhor e, por isso,
sofreram com a dor da culpa.

Dicas para os PAIS que desejam fazer o melhor:

Disse John Galsworthy: “O valor de um afeto está vinculado à soma de
sacrifícios que você está disposto a fazer por ele”. Conta a lenda que
certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma
caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia: 'Entre e
apanhe tudo o que você desejar, mas nao se esqueça do principal.
Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se
fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se
esqueça do principal.

A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo
ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar,
ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou
novamente: 'Você só tem oito minutos.' Esgotados os oito minutos, a
mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da
caverna e a porta se fechou... Lembrou-se, então, que a criança ficara
lá e a porta estava fechada para sempre! A riqueza durou pouco e o
desespero, sempre.

O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos quem sabe uns oitenta anos
ou mais para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte: 'Nao se
esqueça do principal!' Inclusive a Bíblia diz qual deve ser a nossa
lista de prioridades. (Mt 6:33) Uma das coisas principais, dentre
muitas são os filhos. Mas o ativismo, o desejo de alcançar o topo, de
ganhar mais, de construir mais no consome. Assim, esgotamos o nosso
tempo aqui, e deixamos de lado aquilo que é essencial: 'Os verdadeiros
valores!' Não podemos esquecer que que a vida passa muito rápido e
que a morte chega inesperadamente. E quando a porta desta vida se
fechar para nós, de nada valerão as lamentações. Para que isso não
aconteça nunca perca a oportunidade de abraçar o(a) filho(a), de fazer
uma declaração do seu amor, de pedir perdão quando necessário, de
estender a mão solidariamente, de ouvir para compreender, e não apenas
para responder, de investir tempo com a qualidade da vida deles e de
dar ouvidos, dedicando-lhes atenção personalizada.

Algumas ocasiões são únicas na vida. Cada dia é uma
oportunidade que Deus nos dá para semear as nossas sementes no solo do
coração dos filhos. Pense no que você pode fazer hoje para marcar
positivamente o coração do seu filho. Felizes são os filhos que são
surpreendidos por seus pais, com atitudes que provocam marcas de amor
profundas no coração.

O que os pais brilhantes fazem que os outros não fazem:

1. Amam a mãe dos seus filhos, e vive-versa. “Casais ajustados
filhos abençaodos”.

2. É amigo(a) pessoal deles. “Todos os amigos são importantes, mas
os pais são amigos especiais”.

3. Estão sempre acessíveis a eles. “Não pode haver barreiras entre
os pais e seus filhos”.

4. Trabalham apenas com a verdade. “A verdade não tem medo da luz”.

5. Aplicam a disciplina com inteligência emocional. “Manter o
‘burrinho emocional desativado’ é o grande desafio para os pais no
processo de educação dos filhos”.

6. Não os expõe à vergonha. “Pais que amam, sabem perdoar e quem
perdoa não expõe a vergonha”.

7. Respeitam as lágrimas e as emoções dos filhos. “Homem que é
homem chora sempre que necessário”.

8. Não economizam carinho. “Quando falta o pão de carinho em casa,
os filhos vão buscar em outro lugar”.

9. Dão sempre uma pausa para responder às suas perguntas. “Pais

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"Até aqui nos ajudou o Senhor " ( 1Sm 7.12; )